Idealizada em 2004 e oficializada em 2008, a irmã Adelina Bressan, missionária da Igreja Católica juntamente com outros abnegados fundaram a AVM – Associação Viver Mais, com a intenção de resgatar o sentindo da vida através das atividades oferecidas. “Atendimentos psicológicos, reuniões ecumênicas, doações de alimentos, roupas e outras diversas atividades. ”

Irmã que também é psicóloga e fazia atendimentos no Bairro Alto, local da sede da AVM na época.

Foram diversos trabalhos sociais, mais de 1000 atendimentos a pessoas que precisavam de apoio…

São 10 anos de existência, foi em 2008/2009 que a AVM mudou a estratégia de atividades e lançou a projeto Vikings Basketball nome fantasia que acontecia todos os sábados no colégio CEI 300 do Bairro Alto com uma escola de basquete para crianças e jovens poderem aprender o básico.

A partir deste momento foi observado que o esporte originava resultados rápidos com o detalhe de ser ligado a educação que trazia as aulas os valores, “disciplina, trabalho em equipe e até melhora da autoestima dos alunos”. A AVM inova em parceria com o colégio Centrau escola para crianças surdas no bairro Tarumã juntamente apoiadas pelas instituições da comunidade surda o ensino de basquete para alunos de 08 a 14 anos. Foi um sucesso e está paralisado devido à falta de recursos, mas existe a vontade de retornar.

Já o basquete convencional chegou a ter 100 alunos, sendo atendidos pela AVM, tinha um professor voluntário de Educação Física dando os fundamentos básicos do basquete e trabalhando os valores do esporte.

Para complementar os anos seguintes até os dias atuais a AVM fez diversos cursos de basquete, trouxe diversos nomes importantes para passar experiência a nossos alunos e participou de eventos internacionais como a vinda de Tiago Splitter, primeiro campeão da NBA brasileiro que fez um Tour na cidade para crianças e jovens.

Consequência de outro projeto foi a idealização do RDJ, sigla dos ícones do Paraná no basquete, Rolando Ferreira Júnior, 1º atleta brasuca a ir para NBA, Dalila Melo Bulcão, Campeão Mundial em 1994 e Joycenara Batista campeã Pan-americana em Cuba 1991, projeto que só não seguiu com sucesso devido à falta de patrocínio, projeto extinto em 2017.

O outro nome foi o armador na época do Los Angeles Lakers Marcelo Huertas que veio participar de um evento social para as crianças e jovens da cidade de Curitiba em parceria com a Sociedade Thalia.

Muitos atletas foram revelados pela AVM, sendo um deles não mais importante do que os outros, mas o que seguiu a carreira esportiva o pivô André Felipe Barbosa que defende hoje o Baskonia na Espanha e iniciou nos projetos da AVM e Núcleo Viking de Basquete. Muitos alunos sendo destaque nas categorias de base de outros clubes da cidade de Curitiba.
A AVM também tem o histórico com o basquete em cadeira de rodas que possui um polo de formação com apoio da SMELJ de Curitiba e a Chancela e apoio da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP), que irão em parceria dar crescimento ao polo de formação.

Para finalizar os acontecimentos esportivos a AVM apoia a handbike, uma bicicleta feita para pessoas com deficiência de membros inferiores, no caso o atleta apoiado Paulo Cesar Ues que é o melhor do Paraná na categoria H4 e um dos melhores do Brasil e da América. O objetivo é dar incentivo ao paraciclismo.

Nestes anos de projeto a AVM teve muitos apoios, muitas pessoas e empresas que suaram para os projetos terem continuidade.

Citamos a Tecnicópias Impressão Digital e a Prefeitura de Curitiba que vem dando apoio desde o início dos trabalhos esportivos.

Agora com a parceria com o Coritiba Foot Ball Club acredita-se que os projetos terão uma maior visibilidade oportunizando novos patrocínios para que exista um maior desenvolvimento esportivo nestas modalidades que serão iniciadas no projeto piloto. (Basquete convencional, polo de basquete em cadeira de rodas e apoio a handbike).

Nossos agradecimentos,

Adair Rocha
Presidente da AVM.